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De 23 a 26 de julho, o Oeste de Guimarães volta a ser palco de um encontro entre cultura, comunidade e sustentabilidade com mais uma edição do Festival Cacarejo N’Aldeia.

Ao longo de quatro dias, o festival percorre as freguesias de Vermil, Airão São João, Airão Santa Maria e a União de Freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo, reforçando o nosso compromisso com a descentralização da oferta cultural e com a criação de oportunidades para que a arte aconteça junto das comunidades.

Mais do que um festival de música, o Cacarejo N’Aldeia é um espaço de encontro, participação e descoberta. Através de uma programação de acesso gratuito, procuramos aproximar pessoas de diferentes gerações, promover o convívio e demonstrar que a cultura pode ser um motor de desenvolvimento social, contribuindo para comunidades mais participativas, criativas e inclusivas. Ao mesmo tempo, mantemos uma forte aposta na valorização de artistas emergentes, proporcionando-lhes condições para criar, apresentar o seu trabalho e estabelecer novas ligações com o público e com o território. Este é também um festival que celebra o património material e imaterial das nossas freguesias, transformando espaços naturais e locais emblemáticos em cenários únicos para experiências culturais.

Nesta edição, o espírito de cooperação internacional estará igualmente muito presente através de um Campo Internacional de Trabalho, que acolhe 12 jovens voluntários provenientes de Espanha, Colômbia, México, Azerbaijão, Itália, Cabo Verde e Portugal. Durante vários dias, estes jovens irão colaborar na organização do festival, viver o quotidiano das aldeias e promover um enriquecedor intercâmbio cultural com a população local, reforçando os valores da solidariedade, da cidadania ativa e da cooperação entre povos.

A edição de 2026 ficará também marcada por importantes inaugurações que representam o crescimento do projeto e o investimento contínuo da CAISA no território. Em Vermil serão inaugurados a Casa dos Voluntários, um espaço dedicado ao acolhimento de voluntários nacionais e internacionais, o novo Green Stage do CLAV – Centro e Laboratório Artístico de Vermil, um auditório ao ar livre pensado para receber iniciativas culturais durante todo o ano, e ainda o mural “Sustentabilidade”, desenvolvido durante uma residência artística por um coletivo de jovens voluntários da região, sob orientação da artista vimaranense Bruna Oliveira.

O Festival Cacarejo N’Aldeia convida ainda o público a conhecer melhor o património natural, arquitetónico e humano do Oeste de Guimarães. Praias fluviais, adros de igrejas, parques e espaços culturais transformam-se em palcos onde a música dialoga com a paisagem e com a identidade local, criando momentos únicos de partilha e valorização das comunidades.

Programação

23 de julho | Vermil

O primeiro dia do festival será dedicado à inauguração de novos espaços e equipamentos que reforçam o compromisso da CAISA com o desenvolvimento do território.

Às 14h00 será inaugurada a Casa dos Voluntários, seguindo-se, às 15h15, a inauguração do mural “Sustentabilidade” e, às 15h30, a abertura oficial do Green Stage do CLAV.

A partir das 21h30, o novo palco recebe o concerto dos Let the Jam Roll, banda vimaranense conhecida pela sua energia, improvisação e fusão de sonoridades, prometendo um espetáculo vibrante para dar início ao festival.

24 de julho | Oleiros

O Adro da Igreja de Oleiros recebe, às 21h30, o concerto de Gobi Bear, projeto a solo do músico vimaranense Diogo Alves Pinto, que apresenta um universo sonoro intimista onde o folk ganha novas formas através de guitarras, pedais e loop stations.

25 de julho | Airão Santa Maria

A Praia Fluvial de Airão Santa Maria será o cenário do concerto de Carlos Sanches, às 21h30. O jovem cantautor natural de Chaves é uma das promessas do Indie Folk nacional, destacando-se pela autenticidade das suas composições e pela proximidade que cria com o público.

26 de julho | Airão São João

O encerramento do festival acontece às 18h00, no Parque de Airão São João, com o concerto de Homem em Catarse, alter ego do compositor Afonso Dorido. Reconhecido pelas suas canções profundamente emotivas e pela forma como retrata o território e as pessoas, o artista promete um final memorável para mais uma edição do Cacarejo N’Aldeia.

A CAISA convida toda a comunidade a fazer parte desta celebração da cultura, da criatividade e da participação. Durante quatro dias, o Festival Cacarejo N’Aldeia volta a demonstrar que a cultura tem a capacidade de aproximar pessoas, valorizar o território e construir comunidades mais fortes, mais inclusivas e mais conscientes do seu património e do seu futuro.

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