O PELES – International Drum Fest está de regresso e, para 2026, preparámos mais uma edição cheia de novidades, encontros artísticos e experiências únicas que prometem fazer desta XI edição um festival em grande. De 18 a 23 de maio, Guimarães e Vila Nova de Famalicão voltam a receber um dos projetos culturais mais marcantes dedicados à percussão contemporânea, num programa que cruza música, performance, comunidade, tecnologia e sustentabilidade.
Promovido pela CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação, o PELES continua a afirmar-se como um espaço de criação e experimentação artística, reunindo artistas nacionais e internacionais e promovendo o diálogo entre diferentes linguagens artísticas. Ao longo de 11 anos, o festival consolidou-se como uma plataforma de encontro entre artistas, públicos e território, contribuindo para a descentralização cultural e para o fortalecimento do ecossistema artístico da região.


A edição de 2026 volta a apostar numa programação diversificada e acessível a diferentes públicos. O festival arranca com os workshops “Percussão do Mundo”, dirigidos a alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico, levando ritmos e sonoridades de diferentes culturas às escolas de Joane e Ronfe através das sessões dinamizadas por José Afonso Sousa e Fernando Reis.
Entre os destaques desta edição encontra-se também o “Frequência Viva – Neural Beats Lab”, um laboratório artístico inclusivo que explora a relação entre música, tecnologia e neurodiversidade. Desenvolvido para pessoas portadoras de problemas neurológicos, este projeto propõe novas formas de comunicação e expressão através do som e da experimentação sensorial.

O programa inclui ainda a conversa “A Percussão como Pulso Coletivo: O Tambor como Ferramenta de Coesão Social”, um momento de reflexão e partilha que reúne músicos, artistas e agentes culturais para pensar o papel da percussão enquanto ferramenta artística, social e comunitária.

Na componente performativa, o público poderá assistir ao espetáculo “Re-Green: A Collective Awakening”, pelo PELES Ensemble, uma criação transdisciplinar que combina música e imagem numa experiência imersiva inspirada na relação entre natureza, rio, comunidade e consciência ecológica. Através de instrumentos orgânicos, vídeo e paisagens sonoras, o espetáculo propõe uma reflexão sensorial sobre regeneração e sustentabilidade.

O encerramento do festival ficará a cargo do DoBaú Ensemble, com Quiné Teles e Catarina Silva, num concerto que revisita a música tradicional portuguesa através de uma abordagem contemporânea, valorizando a identidade cultural e os sons da nossa música de raiz.

Mais do que um festival de percussão, o PELES é um projeto cultural que acredita na arte enquanto espaço de encontro, transformação e participação coletiva. Em 2026, voltamos a convidar o público a fazer parte desta celebração do ritmo, da criação e da diversidade artística.
De 18 a 23 de maio, o PELES volta a fazer-se sentir. 🥁
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